| Apresentação de trabalhos (3º ano - 1º semestre) |
Este separador é dedicado, especialmente, à apresentação de trabalhos de grupo, incidindo no meu trabalho (e da Susana Araújo), sobre os questionários, no dia 29 de Novembro de 2012, e nos trabalhos apresentados pelos colegas, acerca da instituição em que estão inseridos.
Assim sendo, e em primeiro lugar, coloco o power point do trabalho que apresentámos (Bruna Marques e Susana Araújo), no dia 29 de Dezembro de 2012:Power_Point_SIP_IV.ppt (4,1 MB).
Este trabalho, de William Foddy (1996), denominado “Como perguntar: teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários”, apresentado por mim e pela minha colega, Susana Araújo, foi um texto bastante acessível quanto à sua escrita, em que as ideias foram imediatamente compreendidas. Apercebemo-nos de que os inquéritos são uma ferramenta que no nosso futuro, na profissão que escolhermos exercer, será utilizada, por isso, quantas mais opotunidades tivermos agora, para poder colocá-la em prática, mais experiência vamos ganhando, mais dificuldades iremos ultrapassar. Antes de ler o texto, tinha a "noção" de que os inquéritos não tinham assim tantas características às quais deveriamos estar atentos, pensando eu, que era algo fácil de execturar.
Neste momento, após a leitura e a apresentação do texto, fiquei com a plena noção de que vários são os problemas que podem decorrer na realização do inquéritos e que devemos estar atentos a variados pormenores, de modo a garantir o sucesso o mesmo.
Em segundo lugar, apresento as tabelas preenchidas com informações relativas ao trabalho que está a ser desenvolvido pelos colegas dos outros grupos, nas respectivas instituições:
| Projecto (responsáveis / tema / instituição) | Justificação / pertinência do projecto nas C.E (áreas de intervenção) | Justificação do projecto na instituição de acolhimento | Identificação dos objectivos (clareza, adequação) | Estratégias adoptadas | Propostaspara a implementação | Propostas de avaliação do projecto |
|
Zuleica, Catarina S. e Joana G.
"Centro de Competência em Tecnologias e Inovação" da Universidade de Lisboa |
Educação, tecnologia e sociedade, que estão dentro do currículo, didáctica e formação de professores. | No decorrer de uma série de projectos, escolherem o "Tic Educa Júnior", porque são de Ciências da Educação e darão uma nova perspectiva ao projecto. | Vão organizar um workshop; intercalar Tecnologias cp, outras áreas. | Workshop. |
Questionários aos dirigentes e participantes do workshop; Avaliação por observação. |
|
|
Andreia S. e Mara B.
"Intervir em Marvila", Junta de Freguesia de Marvila |
Intervir em Marvila, animação sociocultural. | Motivação para o estudo; promover a participação dos alunos; sensibilizar os professores. | ||||
|
Vanessa e Ana Paula Garcia
"Centro de Formação Calvet de Magalhães" |
Avaliação da análise de necessidades da formação docente. | Motivação pessoal; existência de muita documentação teórica. | ||||
|
Nídia P. e Catarina V.
"Centro de Formação da associação de Escolas António Sérgio" |
Avaliação do impacto da formação. | dificil inserção noutros projectos; tema relacionado com a licenciatura; falta de recursos humanos na instituição. | Compreender se a formação foi uma mais-valia; avaliação do impacto da formação nos docentes | Questionários; entrevistas; observações. | ||
|
Filipe Silva e Ana Filipa L.
"Escola Secundária Rainha D. Leonor" |
Sentiram a necessidade de informar os alunos acerca do acesso ao ensino superior. | ajudar os alunos a receber informação; motivar os alunos a procurar informações acercade cursos do seu interesse. | entrevistas para compreender os gostos dos alunos (ou seja, levantamento de opiniões); realizar uma amostra de ofertas das universidades; mobilizar informação e recursos (exposições) | Dia aberto ao conhecimento superior | análise documentais e não documentais, tais como: entrevistas, observações, fichas, diálogo, questionários, relatórios, tanto pelo grupo como pelos professores. | |
|
Ana P. Cal e Diana F.
"Centro de Formação da associação de Escolas do Seixal" |
formação contínua de professores. | fazer a avaliação do impacto da formação contínua nos docentes. | acompanhar, através do Moodle, o desenrolar da acção de formação em regime b-learning. |
| Apresentação de trabalhos (3º ano - 2º semestre) |
Este separador é dedicado, especialmente, à apresentação de trabalhos de grupo, incidindo no meu trabalho (e da Susana Araújo), sobre uma Tese de Mestrado, de nome "Contributos da Educação: (re)viver na prisão", na área da Educação Intercultural, realizada por I. Ramos (2011), e que foi apresentada por nós.
Desde já, coloco aqui o power point da nossa apresentação --» tese.pptx (199764)
Apresentar esta tese foi bastante interessante, pois, escolhemos um tema que nos agradou, nomeadamente, as prisões. Tem um ambiente fora do comum, com o qual não estou habituada a lidar e é sempre uma aprendizagem realizar este género de apresentações.
Apesar de ser um tema muito interessante, reparamos que esta tese se baseava na descrição de factos, através de entrevistas e de observações realizadas em contexto prisional. Não havia um projecto que alterasse propriamente alguma coisa naquele ambiente. O objectivo era conhecer os efeitos das actividades que se desenvolvem na prisão, nomeadamente, de carácter lúdico, recreativo e cultural, no bem-estar do recluso e a sua inserção social, mas, estes objectivos estavam expostos quase no fim do trabalho.
Contudo, e focando-me essencialmente no trabalho desenvolvido pela autora, foi um trabalho extenso, em que muitas foram as entrevistas e as observações feitas a reclusos, a directores, a funcionários, que captaram a visão de como é a vida de quem vive num contexto prisional. E, muitas devem ter sido as dificuldades, algumas deles referidas nos seus diários de bordo.
A linguagem é bastante acessível e sem dúvida que me ajudou a compreender um pouco da dinâmica e do que sente quem está preso ou quem trabalha numa prisão. Achei curioso que a autora teve que conversar com os presos e num dos momentos ela refere que teve medo, mas que acabou por passar ao longo da conversa com o recluso e que também não a iriam deixar naquela situação, caso existisse algum género de perigo para com ela. Sem dúvida que deve ter sido uma experiência super enriquecedora para a autora desta tese e que com certeza foi uma mais valia para a sua carreira fazer esta tese. Quanto a mim, ao lê-la suscitou-me ainda mais a curiosidade e espero um dia poder vir a desenvolver um trabalho como este.
Este género de trabalhos, penso que, tenham como objectivo conseguirmos identificar erros de teses, para que quando chegue a nossa altura, não se cometam os mesmos. Afinal, uma tese é algo que ficará registado e que será consultado por inúmeras pessoas. Como segundo objectivo, considero que é este despoletar de interesse por temas novos. Por exemplo, através desta tese, tendo em conta os resultados que alcançou, outras podem ser as teses que dêem continuidade a esta!